Quem sou eu

Minha foto
Dicas de Segurança da Informação

terça-feira, 24 de setembro de 2013

Oito motivos para uma criança não ter Facebook...

Abaixo, 8 motivos para crianças não criarem um perfil no Facebook, mas o "proxy" principal, deveriam ser os pais. 

Conheça os motivos para não criar um Facebook para uma criança (Foto: Reprodução/NyDailyNews.com)

1. O Facebook é proibido para menores de 13 anos
De acordo com as regras de uso do próprio Facebook, apenas adolescentes a partir de 13 anos podem criar uma conta na rede social. Apesar de não existir um consenso sobre a idade ideal, o objetivo é permitir apenas a entrada de pessoas que, mesmo ainda muito jovens, já sejam capazes de separar o certo do errado e fazer escolhas baseadas nos seus valores.
De acordo com a coordenadora do Childhood Brasil, Erika Kobayashi, que trabalha em programas sobre proteção infantil como o “Navegar com Segurança”, os responsáveis precisam ficar atentos. “É importante que os pais monitorem seus filhos, e que eles sigam as regras básicas estipuladas pelas redes. É muito importante ter a consciência de que as crianças interagem de muitas formas diferentes e que isso representa perigos”, afirma.

2. Privacidade de fotos e posts expostos
Outro motivo para manter as crianças menores de 13 anos fora do Facebook diz respeito à privacidade de posts e fotos nas redes sociais. É que, mesmo que a nova geração já tenha nascido no mundo online, informações importantes como a configuração de privacidade, podem passar despercebidas se um adulto não 'blindar' o perfil do menor como privado.
“Crianças sozinhas em fotos de perfil ou nos álbuns jamais, isso é uma regra básica. Também vale não disponibilizar publicamente as imagens delas em alta resolução. Cibercriminosos podem usar as fotos de boa qualidade para montagens, ou disponibilizá-las em sites de conteúdo abusivo e pornográfico”, disse Kobayashi. Além disso, manter públicas fotografias de crianças pode ajudar outras crianças que praticam bullying a usá-las de forma inadequada.

3. Rastreamento e localização fácil
As conversas em chats, em geral, oferecem a localização dos usuários na hora de enviar uma mensagem via dispositivos móveis (smartphones e tablets) e alguns computadores. Sem o bloqueio dessas funções, as crianças também podem se tornar alvo fácil de localização.
Além disso, a publicação imediata de fotos – ou os marcadores de fotos – com locais indicados no Facebook, também contribui para localizar esses usuários facilmente.

4. Contato facilitado com estranhos
Uma das funções básicas do Facebook é aproximar pessoas conhecidas e permitir que o usuário conheça outras novas por meio da plataforma. Por isso, qualquer pessoa pode ter acesso ao perfil de uma criança, inclusive desconhecidos, se tiver conta na rede social.
“Os pais precisam ficar atentos aos contatos na rede social. É necessário orientar a criança a não abrir a webcam para qualquer um, assim como não contar detalhes da vida pessoal. Mas o principal, é o que vale na rua também: não conversar com estranhos", orienta Kobayashi.

5. Bullying, assédios e abusos
Nas redes sociais, atitudes como o ciberbullying, o bullying virtual, se tornaram muito mais corriqueiras, assim como assédios e abusos. Por isso, a orientação para ter cuidado com o que é publicado, curtido, compartilhado e comentado na rede social é extremamente válido.
O Facebook mantém campanhas que orientam os usuários a não praticar bullying e avisar ao site sobre atitudes ofensivas. É possível denunciar posts, fotos, vídeos e perfils na rede social.
Assim, as configurações de controle de fotos, a privacidade do perfil e a divulgação da localização da criança se tornam fatores cruciais para a preservação da mesma online.

6. Spam, pornografia, violência
O Facebook não possui ferramentas de controle dos pais na rede. Dessa forma, a criança fica “livre” para ter o acesso à quaisquer conteúdos abusivos disponíveis publicados por outros usuários. E, engana-se quem pensa que isso significa apenas pornografia. Fotos, textos, grupos de discussão e vídeos violentos também circulam pela rede social, e aos montes.
Há também políticas internas para denunciar esse tipo de conteúdo inadequado na rede social. Porém, a ferramenta de alerta não garante que o site fique livre de imagens e textos abusivos que se reproduzem e se renovam todos os dias pelas mãos dos próprios usuários.

7. Links maliciosos, plugins e golpes
O número de golpes, links e plugins maliciosos no Facebook também é grande. Em geral, eles vêm acompanhados de imagens atrativas ou promoções que prometem viagens, smartphones e uma infinidade de outros prêmios. Tudo isso chama a atenção de usuários das mais variadas idades, incluindo crianças que buscam por jogos e outras brincadeiras.
Ao acessarem tais links e serem vítimas de golpes, os pequenos podem acabar divulgando dados pessoais ou adquirindo algum vírus para o dispositivo que usam para acessar a web.

8. Conteúdo pago com dados do cartão dos pais
Os jogos são um dos maiores atrativos para crianças no Facebook. No entanto, alguns conteúdos deles podem ser pagos na rede social. Fazendo uso do cartão dos pais, mesmo quando autorizado, a criança pode disponibilizar dados indevidos, ser vítima de novos golpes bancários e vírus, ou mesmo fazer "compras" acima do limite dado pelo pai ou pela mãe.

É preciso estabelecer limites
Ainda de acordo com Erika Kobayashi, nem sempre as redes sociais são vilãs. Segundo a especialista, há muita coisa boa que a criança pode aprender usando a web e as redes sociais. Mas, para isso, é importante ter uma fiscalização dos pais, que precisam navegar junto com essas crianças e criar limites para o espaço que a Internet ocupa na vida delas.
“É importante que os pais também definam um tempo de navegação. O uso excessivo da web, em geral, pode acarretar outros problemas, como distúrbios do sono, por exemplo”.

Fonte: TechTudo

Como identificar falsos E-mails e SMS de Bancos - Dez Dicas.

Os bancos oferecem cada vez mais novos recursos e ferramentas aos clientes como serviços e transações via Internet, telefone e SMS para realizar diversas tarefas sem precisar se dirigir a uma agência física. Mas, os golpistas e cibercriminosos também buscam sempre novas maneiras de agir e se aproveitam disso. A empresa de segurança virtual ESET produziu uma lista com dez ações que um banco nunca irá tomar ao entrar em contato com seus clientes.

Saiba identificar falsos e-mails e SMS de bancos; lista mostra dez golpes (Foto: Reprodução/sxc)

1) Mandar um SMS pedindo detalhes para confirmação de dados do cliente
Os bancos enviam mensagens de texto por celular para, por exemplo para confirmar o sucesso de uma transação feita pelo computador, mas nunca para solicitar senhas e dados pessoais. Portanto, desconfie de qualquer SMS que deva ser respondido com seu dados.

2) Informar que em 24 horas sua conta será encerrada ao menos que faça o indicado
Todas as mensagens enviadas supostamente pelo banco e que possuam um prazo para que alguma ação seja feita devem ser lidas com cautela. Os cibercriminosos precisam ser rápidos porque seus sites podem ser bloqueados ou descobertos. Por isso, precisam fazer com que o usuário clique sem pensar. Normalmente, os bancos que apenas queiram entrar em contato com o cliente não estabelecem prazos ou o fazem por meio de ligações telefônicas.

3) Enviar um link com uma nova versão de um aplicativo para home banking
Os bancos não distribuem seus programas dessa maneira. Os softwares devem ser baixados sempre a partir dos sites oficiais e lojas de aplicativos originais. Além do mais, o aviso de uma nova versão será feito apenas pelo próprio aplicativo, quando o cliente realizar um acesso.

4) Usar encurtadores de links em um e-mail
Todo link enviado em uma comunicação oficial de um banco estará integralmente explícito e nunca fará uso de ferramentas para encurtar a URL, como os famosos Migre.me e Bit.ly. Portanto, nunca clique em links encurtados que sejam provenientes de um e-mail ou SMS.

5) Utilizar o correio para a retirada de um cartão de crédito com defeito
Uma nova forma golpe que vem sendo praticado consiste em informar o cliente que um serviço de correio irá retirar um cartão de crédito com defeito, e para isso pede a senha do cartão para confirmação. A maneira padrão dos bancos agirem nesses casos é pedir para o usuário quebrar, cortar e descartar o cartão enquanto aguarda o recebimento de um novo.

6) Ligar para um telefone fixo e pedir para o cliente retorne para confirmar seus dados
Esta é outra nova forma de ataque que consiste em ligar para o cliente por meio de um telefone fixo e informar que foi detectado uma transação fraudulenta em sua conta. Os cybercriminosos afirmam que irão desligar a ligação e pedem que o usuário entrem em contato com o número oficial do banco. Mas, na realidade, a ligação permanece ative. Os criminosos reproduzem o tom de uma nova ligação e o cliente disca o número do banco. Seguindo a rotina, adiciona os dados do cartão de crédito, que nesse momento é roubado.

7) Enviar um e-mail para outro endereço sem informar anteriormente
Os bancos utilizam única e exclusivamente o endereço de e-mail informado no momento da abertura da conta corrente para se comunicar com o cliente. Se um banco entra em contato com o usuário por um endereço de e-mail diferente é preciso tomar muito cuidado. O recomendado é que o usuário tenha uma conta de e-mail apenas para o banco e que não utilize-a para mais nada ou saiba exatamente qual conta de e-mail cadastrou no banco.

8) Utilizar um site de Internet não seguro
Um site legítimo e verdadeiro corresponde a um banco deve possuir na barra de endereços o ícone de um cadeado, o que significa que o site utiliza um protocolo seguro para o tráfego de dados.

9)  Solicitar que o usuário desative o módulo de segurança
O banco nunca irá solicitar que o módulo de segurança seja desabilitado para acessar sua plataforma ou realizar alguma transação. Caso peça isso, é recomendado comunicar imediatamente o banco para que então seja investigado esse comportamento suspeito.

10) Mandar uma mensagem para mais de um destinatário
É importante checar se o e-mail recebido está destinado somente ao correntista adequado. Os bancos nunca utilizam grupos de destinatários genéricos no campo “Para”, como por exemplo “lista de clientes” ou incluem mais de um cliente no campo de endereço de e-mail.

Fonte: TechTudo